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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Governo veta discussão sobre oitivas e expulsa observadores de reunião indígena
Governo veta discussão sobre oitivas e expulsa observadores de reunião indígena: A reunião entre governo, consórcio Norte Energia (NESA) e lideranças indígenas das aldeias do Médio Xingu, ocorrida na última quinta, 1, terminou com poucas respostas concretas e diversos encaminhamentos genéricos.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/cpla/2011/zee/
Objetivo: Debate sobre questões referentes ao Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE e troca de experiências, que contribuirão para o processo de regulamentação e implementação deste instrumento de planejamento e ordenamento territorial no Estado de São Paulo.
Data: 12 a 14 de dezembro de 2011, das 8h30 às 17h00.
Local: Auditório Augusto Ruschi da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Av. Frederico Hermann Jr., 345, Alto de Pinheiros, São Paulo.
Inscrições: Solicitar pelo e-mail seminariozee@ambiente.sp.gov.br, informando nome completo, instituição, e-mail e telefone para contato.
A disponibilidade de vagas é limitada e a inscrição está sujeita à confirmação.
Informações: (11) 3133-3638 / 3133-4052
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Governo estuda criar 'nova Imigrantes'
Governo estuda criar 'nova Imigrantes'
Projeto prevê concessão de estrada entre Parelheiros, em SP, e Itanhaém, no litoral sul; custo pode chegar a R$ 648 milhões
Para o Estado, sistema Anchieta-Imigrantes já está com sobrecarga de veículos; nova rodovia dará suporte ao pré-sal
JOSÉ BENEDITO DA SILVA
DE SÃO PAULO
O governo de SP iniciou estudo para uma nova ligação rodoviária entre o planalto e o litoral sul, que servirá para aliviar o sistema Anchieta-Imigrantes e dar suporte à exploração de petróleo e gás.
A via deve ligar Itanhaém a Parelheiros, no extremo sul da capital, ou ao Rodoanel, cortando a serra do Mar.
Embora não haja definição de traçado, a distância média é de 15 km -de Marsilac, distrito vizinho a Parelheiros, já é possível avistar Itanhaém. A Imigrantes tem 70 km.
O governo avalia incluir a obra em uma concessão abrangendo a maior parte da rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-55), de Mongaguá à Régis Bittencourt (BR-116).
Hoje, a SP-55 é o principal acesso a cidades como Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe e se tornou um gargalo, tanto para os turistas quanto para a economia, com o pré-sal.
No total, a concessão teria 153 km de rodovia, incluindo a nova ligação. Cálculos iniciais apontam para um investimento de R$ 648 milhões.
Com a nova concessão, haverá pedágios tanto na nova rodovia quanto no trecho da Padre Manoel da Nóbrega, entre Mongaguá e Peruíbe.
O número de praças e a tarifa ainda serão definidos. O governo não fixou prazo para concluir o estudo. Nos últimos dez anos, as maiores obras na conexão planalto-litoral sul foram a segunda pista da Imigrantes, inaugurada em 2002, e o Rodoanel sul, no ano passado.
Entre 2009 e 2010, o sistema Anchieta-Imigrantes ganhou 2,1 milhões de veículos, passando de 33,8 milhões 35,9 milhões por ano.
A nova rodovia integraria um amplo projeto de terceirização da infraestrutura de transportes do litoral, que inclui a concessão das rodovias dos Tamoios, Rio-Santos e Mogi-Bertioga e de dois contornos viários em Caraguatatuba e São Sebastião.
Também serão entregues à iniciativa privada as balsas e o túnel Santos-Guarujá.
PROJETO ANTIGO
A rodovia Parelheiros-Itanhaém é uma reivindicação histórica do litoral sul e chegou a virar lei em 1997, com o governador Mario Covas.
O ato de Alckmin atende a políticos aliados, como deputados estaduais da região e o prefeito de Itanhaém, João Carlos Forssell (PSDB).
Atende ainda entidades de empresários e de turismo e a Petrobras, que tem em Itanhaém um ponto estratégico na exploração do pré-sal.
Segundo Edson Aparecido, secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Alckmin autorizou o estudo porque a "demanda é grande". "Perto de 53% do movimento do sistema Anchieta-Imigrantes é para o litoral sul", afirma.
Na Secretaria de Logística e Transportes, a rodovia está sendo estudada pelo mesmo grupo que delineou o túnel que ligará Santos a Guarujá.
"A Imigrantes está no limite. Nos feriados e férias, a pessoa demora seis, sete horas para andar um trecho da Padre Manoel da Nóbrega", afirma Silvio Lousada, secretário de Governo de Itanhaém.
Embora diga que isso "dificulta o turismo", ele ressalta que o foco é o pré-sal. "A rodovia cria uma logística para o transporte de cargas."
Projeto prevê concessão de estrada entre Parelheiros, em SP, e Itanhaém, no litoral sul; custo pode chegar a R$ 648 milhões
Para o Estado, sistema Anchieta-Imigrantes já está com sobrecarga de veículos; nova rodovia dará suporte ao pré-sal
JOSÉ BENEDITO DA SILVA
DE SÃO PAULO
O governo de SP iniciou estudo para uma nova ligação rodoviária entre o planalto e o litoral sul, que servirá para aliviar o sistema Anchieta-Imigrantes e dar suporte à exploração de petróleo e gás.
A via deve ligar Itanhaém a Parelheiros, no extremo sul da capital, ou ao Rodoanel, cortando a serra do Mar.
Embora não haja definição de traçado, a distância média é de 15 km -de Marsilac, distrito vizinho a Parelheiros, já é possível avistar Itanhaém. A Imigrantes tem 70 km.
O governo avalia incluir a obra em uma concessão abrangendo a maior parte da rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-55), de Mongaguá à Régis Bittencourt (BR-116).
Hoje, a SP-55 é o principal acesso a cidades como Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe e se tornou um gargalo, tanto para os turistas quanto para a economia, com o pré-sal.
No total, a concessão teria 153 km de rodovia, incluindo a nova ligação. Cálculos iniciais apontam para um investimento de R$ 648 milhões.
Com a nova concessão, haverá pedágios tanto na nova rodovia quanto no trecho da Padre Manoel da Nóbrega, entre Mongaguá e Peruíbe.
O número de praças e a tarifa ainda serão definidos. O governo não fixou prazo para concluir o estudo. Nos últimos dez anos, as maiores obras na conexão planalto-litoral sul foram a segunda pista da Imigrantes, inaugurada em 2002, e o Rodoanel sul, no ano passado.
Entre 2009 e 2010, o sistema Anchieta-Imigrantes ganhou 2,1 milhões de veículos, passando de 33,8 milhões 35,9 milhões por ano.
A nova rodovia integraria um amplo projeto de terceirização da infraestrutura de transportes do litoral, que inclui a concessão das rodovias dos Tamoios, Rio-Santos e Mogi-Bertioga e de dois contornos viários em Caraguatatuba e São Sebastião.
Também serão entregues à iniciativa privada as balsas e o túnel Santos-Guarujá.
PROJETO ANTIGO
A rodovia Parelheiros-Itanhaém é uma reivindicação histórica do litoral sul e chegou a virar lei em 1997, com o governador Mario Covas.
O ato de Alckmin atende a políticos aliados, como deputados estaduais da região e o prefeito de Itanhaém, João Carlos Forssell (PSDB).
Atende ainda entidades de empresários e de turismo e a Petrobras, que tem em Itanhaém um ponto estratégico na exploração do pré-sal.
Segundo Edson Aparecido, secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Alckmin autorizou o estudo porque a "demanda é grande". "Perto de 53% do movimento do sistema Anchieta-Imigrantes é para o litoral sul", afirma.
Na Secretaria de Logística e Transportes, a rodovia está sendo estudada pelo mesmo grupo que delineou o túnel que ligará Santos a Guarujá.
"A Imigrantes está no limite. Nos feriados e férias, a pessoa demora seis, sete horas para andar um trecho da Padre Manoel da Nóbrega", afirma Silvio Lousada, secretário de Governo de Itanhaém.
Embora diga que isso "dificulta o turismo", ele ressalta que o foco é o pré-sal. "A rodovia cria uma logística para o transporte de cargas."
domingo, 9 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Plano de Monitoramento da Qualidade Ambiental do PESM: 1ª Oficina colaborativa do projeto, realizada em 2...
Plano de Monitoramento da Qualidade Ambiental do PESM: 1ª Oficina colaborativa do projeto, realizada em 2...: Objetivos do encontro Apresentar o contexto do projeto, as atividades previstas, o cronograma, o sistema de comunicação e envolvimento dos ...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
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MARIA GORETTI da COSTA TAVARES
Belém-Pará-Brasil
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Selos verdes em excesso
Selos verdes em excesso: A multiplicação dos selos verdes vem reafirmar o crescimento do consumo consciente e do debate socioambiental. Mas, como tudo o que é excessivo, corre risco de esvaziamento
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
MANEJO INSUSTENTÁVEL | ![]() | ![]() | ![]() |
POSTADO POR RONALDO BRASILIENSE |
DOM, 04 DE SETEMBRO DE 2011 22:12 |
Um estudo da USP mostrou que o manejo sustentável de florestas nativas é, ao menos do ponto de vista econômico, insustentável. A ideia do manejo é extrair as árvores para exploração comercial de forma controlada, com impacto ambiental mínimo, para garantir a preservação da floresta.
O sistema é considerado como um caminho para gerar renda e frear o desmatamento ilegal na Amazônia. Mas, segundo a pesquisa, o modelo atual não permite a regeneração das árvores mais valiosas e tende a perder rentabilidade após o primeiro corte para comercialização da madeira.
A insustentabilidade econômica, aponta o estudo da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), pode fazer fracassar a política federal de concessão de florestas, além de impulsionar a busca por novas áreas de exploração.
"O manejo atual é baseado em um ciclo de corte de 30 anos. O que constatamos foi que esse intervalo não permite a recuperação das espécies com maior interesse comercial", diz o coordenador da pesquisa, Edson Vidal. As espécies mais afetadas são ipê-roxo (Tabebuia impetiginosa), jatobá (Hymenaea courbaril), freijó-cinza (Cordia goeldiana) e cedro-vermelho (Cedrela odorata). No caso do jatobá, o rendimento em uma mesma área cai 80% entre o primeiro e o segundo corte, diz Vidal. O ipê é ainda mais problemático: uma área que renda 100 m3 hoje produzirá apenas 4 m3 em 30 anos. "Nossa preocupação é que, na ausência dessas árvores mais valorizadas, pode haver pressão [exploração ilegal] sobre novas áreas da floresta", diz o pesquisador.
MÉTODO - As estimativas de recuperação de florestas onde é feito o manejo sustentável foram obtidas ao longo de dez anos em uma área de 200 hectares no município de Paragominas (PA).
Localizada em uma fazenda particular, a área foi dividida em três segmentos: 70 hectares foram explorados do modo tradicional; 100 hectares tiveram árvores retiradas seguindo técnicas de redução de impacto e 30 hectares foram mantidos intactos, para comparação. Os resultados foram obtidos a partir da área explorada de forma menos agressiva. Segundo o professor, isso indica que as boas práticas de manejo não são suficientes para assegurar a recomposição e o valor comercial das florestas. O estudo sugere a adoção de ciclos de corte (intervalo entre um corte e outro) específicos por espécie ou grupo de espécies. No caso do jatobá, 50% da produtividade original pode ser retomada em 60 anos, diz a pesquisa. Os resultados foram recebidos com contrariedade por representantes do setor florestal. O pesquisador, porém, afirma que o estudo não desaconselha o manejo.
"Eu acredito no manejo, mas não vou deixar de apontar as questões que preocupam. É preciso mostrar à sociedade que algumas coisas precisam ser melhoradas."
FONTE: RODRIGO VARGAS - DE CUIABÁ
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MANEJO INSUSTENTÁVEL
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POSTADO POR RONALDO BRASILIENSE |
DOM, 04 DE SETEMBRO DE 2011 22:12 |
Um estudo da USP mostrou que o manejo sustentável de florestas nativas é, ao menos do ponto de vista econômico, insustentável. A ideia do manejo é extrair as árvores para exploração comercial de forma controlada, com impacto ambiental mínimo, para garantir a preservação da floresta.
O sistema é considerado como um caminho para gerar renda e frear o desmatamento ilegal na Amazônia. Mas, segundo a pesquisa, o modelo atual não permite a regeneração das árvores mais valiosas e tende a perder rentabilidade após o primeiro corte para comercialização da madeira.
A insustentabilidade econômica, aponta o estudo da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), pode fazer fracassar a política federal de concessão de florestas, além de impulsionar a busca por novas áreas de exploração.
"O manejo atual é baseado em um ciclo de corte de 30 anos. O que constatamos foi que esse intervalo não permite a recuperação das espécies com maior interesse comercial", diz o coordenador da pesquisa, Edson Vidal. As espécies mais afetadas são ipê-roxo (Tabebuia impetiginosa), jatobá (Hymenaea courbaril), freijó-cinza (Cordia goeldiana) e cedro-vermelho (Cedrela odorata). No caso do jatobá, o rendimento em uma mesma área cai 80% entre o primeiro e o segundo corte, diz Vidal. O ipê é ainda mais problemático: uma área que renda 100 m3 hoje produzirá apenas 4 m3 em 30 anos. "Nossa preocupação é que, na ausência dessas árvores mais valorizadas, pode haver pressão [exploração ilegal] sobre novas áreas da floresta", diz o pesquisador.
MÉTODO - As estimativas de recuperação de florestas onde é feito o manejo sustentável foram obtidas ao longo de dez anos em uma área de 200 hectares no município de Paragominas (PA).
Localizada em uma fazenda particular, a área foi dividida em três segmentos: 70 hectares foram explorados do modo tradicional; 100 hectares tiveram árvores retiradas seguindo técnicas de redução de impacto e 30 hectares foram mantidos intactos, para comparação. Os resultados foram obtidos a partir da área explorada de forma menos agressiva. Segundo o professor, isso indica que as boas práticas de manejo não são suficientes para assegurar a recomposição e o valor comercial das florestas. O estudo sugere a adoção de ciclos de corte (intervalo entre um corte e outro) específicos por espécie ou grupo de espécies. No caso do jatobá, 50% da produtividade original pode ser retomada em 60 anos, diz a pesquisa. Os resultados foram recebidos com contrariedade por representantes do setor florestal. O pesquisador, porém, afirma que o estudo não desaconselha o manejo.
"Eu acredito no manejo, mas não vou deixar de apontar as questões que preocupam. É preciso mostrar à sociedade que algumas coisas precisam ser melhoradas."
FONTE: RODRIGO VARGAS - DE CUIABÁ
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