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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Consulta públilca sobre Zoneamento economico e Ecológico da Amazõnia
http://www.mma.gov.br/estruturas/225/_arquivos/macrozee___proposta_preliminar_para_consulta_26_jan_225.pdf
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Oportunidade de Mestrado
OPORTUNIDADE PARA INÍCIO EM MARÇO
Seleção de candidatos a 02 bolsas de Mestrado do CNPq
Orientador: Prof. Dr. Jorge Arigony Neto
Curso de Pós-Graduação: PPG em Oceanografia Física, Química e Geológica
- FURG
Temas:
1) Desenvolvimento de métodos para o monitoramento da dinâmica das
plataformas de gelo da Península Antártica com a utilização de imagens
de radar de abertura sintética (SAR);
2) Quantificação da perda de massa na frente de geleiras da Península
Antártica (contribuição ao projeto: Circulação oceânica e Interações
criosfera-oceano no entorno da Península Antártica: uma investigação das
ligações entre processos costeiros e o oceano profundo - POLARCANION,
Coord. Prof. Dr. Maurício Mata).
Oferecemos:
1) Possibilidades de crescimento profissional e qualificação;
2) Excelente ambiente de trabalho em um grupo jovem e motivado;
3) Oportunidade de trabalho com dados de diversos sensores remotos da
Agência Espacial Européia (ESA) e Centro Aeroespacial Alemão (DLR), além
de dados de estações meteorológicas Antárticas e dados de reanálise.
Perfil desejável:
1) Formação em Geografia, Oceanografia, Meteorologia, Engenharia,
Matemática, ou áreas afins;
2) Experiência em sensoriamento remoto e/ou análise de dados meteorológicos;
3) Conhecimentos de inglês (leitura);
4) Prazer no trabalho com computador.
Inscrições até 28.02 através do e-mail: jorgearigony@furg.br
--
Seleção de candidatos a 02 bolsas de Mestrado do CNPq
Orientador: Prof. Dr. Jorge Arigony Neto
Curso de Pós-Graduação: PPG em Oceanografia Física, Química e Geológica
- FURG
Temas:
1) Desenvolvimento de métodos para o monitoramento da dinâmica das
plataformas de gelo da Península Antártica com a utilização de imagens
de radar de abertura sintética (SAR);
2) Quantificação da perda de massa na frente de geleiras da Península
Antártica (contribuição ao projeto: Circulação oceânica e Interações
criosfera-oceano no entorno da Península Antártica: uma investigação das
ligações entre processos costeiros e o oceano profundo - POLARCANION,
Coord. Prof. Dr. Maurício Mata).
Oferecemos:
1) Possibilidades de crescimento profissional e qualificação;
2) Excelente ambiente de trabalho em um grupo jovem e motivado;
3) Oportunidade de trabalho com dados de diversos sensores remotos da
Agência Espacial Européia (ESA) e Centro Aeroespacial Alemão (DLR), além
de dados de estações meteorológicas Antárticas e dados de reanálise.
Perfil desejável:
1) Formação em Geografia, Oceanografia, Meteorologia, Engenharia,
Matemática, ou áreas afins;
2) Experiência em sensoriamento remoto e/ou análise de dados meteorológicos;
3) Conhecimentos de inglês (leitura);
4) Prazer no trabalho com computador.
Inscrições até 28.02 através do e-mail: jorgearigony@furg.br
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Metade do esgoto do litoral de São Paulo vai para o mar
São Paulo - Pelo menos metade do esgoto produzido nas 13 cidades do litoral paulista é despejada sem tratamento no mar e no lençol freático, com a contaminação por meio de fossas sépticas. Isso equivale a 1,5 mil litros de esgoto por segundo, o suficiente para encher em uma hora duas piscinas olímpicas, de 2,5 milhões de litros cada uma. Hoje, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) cobre 53% da Baixada Santista e 35% do litoral norte.
Nesta semana, uma em cada três praias da Baixada Santista e do litoral norte foi considerada imprópria pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) - situação que deve ficar mais crítica nas próximas semanas com a invasão de turistas. Cinco praias que apresentaram concentração de bactérias por causa da poluição estão em Ilhabela, cidade com o pior porcentual de atendimento da Sabesp. Ali, a rede de esgoto não ultrapassa os 4% de cobertura.
A maioria das casas recolhe o esgoto em fossas sépticas, pouco seguras para terrenos arenosos como os do litoral, em que as águas subterrâneas facilmente se deslocam entre os reservatórios contaminados e o mar. "Essa é uma solução que pode funcionar em áreas adensadas e com manutenção rigorosa", afirma o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho. "Mas sabemos que não é a situação do litoral. Mesmo o que está na fossa acaba no mar."
Até o ano que vem, a Sabesp deve ampliar a coleta de esgoto na cidade para 36%. "E tudo que for coletado será tratado", diz José Bosco de Castro, superintendente da companhia no litoral norte. A empresa diz que está investindo na ampliação do sistema já para a próxima temporada. Até 2015, a cobertura deve chegar a 85%. "Enfrentamos dificuldades como a ocupação desordenada, áreas de proteção, construções próximas de córregos e rios", afirma Castro.
Defesa
Com o Programa Onda Limpa, iniciado em 2007 na Baixada Santista, a Sabesp afirma investir R$ 1,5 bilhão na ampliação da rede de esgoto das 13 cidades do litoral paulista. A maior parte do investimento (R$ 1,2 bilhão) é destinada à Baixada, onde em janeiro serão inauguradas sete novas estações de tratamento de esgoto. De Bertioga a Peruíbe, a rede da Sabesp tem hoje uma cobertura de 53%. E com o programa concluído deve chegar aos 95%. Nas quatro cidades do litoral norte, até agora, foram investidos R$ 300 milhões. As informações são do Jornal da Tarde.
Nesta semana, uma em cada três praias da Baixada Santista e do litoral norte foi considerada imprópria pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) - situação que deve ficar mais crítica nas próximas semanas com a invasão de turistas. Cinco praias que apresentaram concentração de bactérias por causa da poluição estão em Ilhabela, cidade com o pior porcentual de atendimento da Sabesp. Ali, a rede de esgoto não ultrapassa os 4% de cobertura.
A maioria das casas recolhe o esgoto em fossas sépticas, pouco seguras para terrenos arenosos como os do litoral, em que as águas subterrâneas facilmente se deslocam entre os reservatórios contaminados e o mar. "Essa é uma solução que pode funcionar em áreas adensadas e com manutenção rigorosa", afirma o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho. "Mas sabemos que não é a situação do litoral. Mesmo o que está na fossa acaba no mar."
Até o ano que vem, a Sabesp deve ampliar a coleta de esgoto na cidade para 36%. "E tudo que for coletado será tratado", diz José Bosco de Castro, superintendente da companhia no litoral norte. A empresa diz que está investindo na ampliação do sistema já para a próxima temporada. Até 2015, a cobertura deve chegar a 85%. "Enfrentamos dificuldades como a ocupação desordenada, áreas de proteção, construções próximas de córregos e rios", afirma Castro.
Defesa
Com o Programa Onda Limpa, iniciado em 2007 na Baixada Santista, a Sabesp afirma investir R$ 1,5 bilhão na ampliação da rede de esgoto das 13 cidades do litoral paulista. A maior parte do investimento (R$ 1,2 bilhão) é destinada à Baixada, onde em janeiro serão inauguradas sete novas estações de tratamento de esgoto. De Bertioga a Peruíbe, a rede da Sabesp tem hoje uma cobertura de 53%. E com o programa concluído deve chegar aos 95%. Nas quatro cidades do litoral norte, até agora, foram investidos R$ 300 milhões. As informações são do Jornal da Tarde.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Site sobre projeto Manguesal
Olá a todos:
Vale a pena dar um aolhada.
Davis
http://www.projetomanguezal.ufsc.br/
Vale a pena dar um aolhada.
Davis
http://www.projetomanguezal.ufsc.br/
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Exercícios para próxima aula
Quais os potenciais conflitos de uso em regiões costeiras? De exemplo da baixadas Santista
1) Diegues fala das forças produtivas da natureza. Quais forças poderiam ser utilizadas na baixada Santista e de que forma?
2) Faça um inventário sobre as pesquisas que estão sendo desenvolvidas pela UNESP ( São Vicente) e que poderiam dar suporte direto e/ou indireto ao desenvolvimento de uma economia conservacionista e de apoio as comunidades de baixa renda da Baixada Santista
3) Com relação as 4 etapas do Plano de Gerenciamento costeiro:
a. Identifique as unidades ambientais estabelecidas pelo Plano estadual de Gerenciamento Costeiro e procure localizar outros recortes ( setoriais) de planejamento do Estado sobre o litoral ( Regiões administrativas; Regiões de Governo. Micro regiões; Regiões turísticas; Regiões de saúde etc..)
b. Identifique se ha concordância ou disparidades entre os diversos recortes espaciais
c. Elabore uma matriz hipotética de correlações de uso para Baixada Santista
d. Observe o mapa de zoneamento econômico e ecológico do Litoral Norte e faça uma proposta para Baixada santista com ao menos uma localidade para cada zona definida no Plano de Gerenciamento Costeiro
1) Diegues fala das forças produtivas da natureza. Quais forças poderiam ser utilizadas na baixada Santista e de que forma?
2) Faça um inventário sobre as pesquisas que estão sendo desenvolvidas pela UNESP ( São Vicente) e que poderiam dar suporte direto e/ou indireto ao desenvolvimento de uma economia conservacionista e de apoio as comunidades de baixa renda da Baixada Santista
3) Com relação as 4 etapas do Plano de Gerenciamento costeiro:
a. Identifique as unidades ambientais estabelecidas pelo Plano estadual de Gerenciamento Costeiro e procure localizar outros recortes ( setoriais) de planejamento do Estado sobre o litoral ( Regiões administrativas; Regiões de Governo. Micro regiões; Regiões turísticas; Regiões de saúde etc..)
b. Identifique se ha concordância ou disparidades entre os diversos recortes espaciais
c. Elabore uma matriz hipotética de correlações de uso para Baixada Santista
d. Observe o mapa de zoneamento econômico e ecológico do Litoral Norte e faça uma proposta para Baixada santista com ao menos uma localidade para cada zona definida no Plano de Gerenciamento Costeiro
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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